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Henrique Lima
Perguntas frequentes
Geral
Na perspectiva da Terapia Regressiva, muitas vezes o que é chamado de obsessão é, na verdade, um conluio da mente com o desequilíbrio. A fronteira é tênue, pois a mágoa e o azedume podem proceder da própria pessoa, que revive experiências dolorosas do passado e se comporta como se ainda estivesse nelas, o que a psiquiatria pode rotular apenas como transtorno. O sofrimento psicológico é frequentemente o desequilíbrio da alma retratando-se no corpo. Assim, a terapia busca tratar o "porão do subconsciente" para dissolver essas cargas, sejam elas frutos de sintonias externas ou de memórias traumáticas mal resolvidas
A mediunidade é uma faculdade natural inerente a todos os seres, atuando como um canal para as forças com as quais estamos em sintonia mental. Quando o indivíduo não sabe lidar com essa sensibilidade, as manifestações mediúnicas podem ser mal interpretadas como distúrbios mentais ou gerar um desequilíbrio interno profundo. Na Autociência, a mediunidade é integrada como uma ferramenta de autoconhecimento, ajudando a distinguir o que pertence à psique (traumas e ego) e o que é uma percepção de energias externas. A dor, nesses casos, funciona como um "arado" que prepara a alma para o crescimento e para o cultivo dessas faculdades de forma equilibrada
Não, a eficácia do método independente da crença individual ou fé religiosa. A terapia funciona de forma semelhante a um medicamento, que atua no organismo independentemente do que o paciente pensa sobre ele. No entanto, um estado de confiança e receptividade (tensão favorável) ajuda a fixar os recursos terapêuticos e espirituais necessários para o processo. O foco permanece técnico e científico, tratando o material emergente como uma realidade do inconsciente que precisa de descarga e ressignificação
Sim, a morte física não representa o fim da vida, mas sim uma transição da consciência. A parte do ser que contém a memória e a personalidade (o "Pensador") persiste vida após vida e sobrevive ao corpo. Relatos de pacientes em regressão e experiências de quase-morte confirmam que a alma continua sua jornada evolutiva em outros planos, podendo inclusive planejar novas encarnações para saldar débitos e aprender lições inacabadas
O carma é entendido como a soma total das ações e intenções de vidas passadas e da atual, funcionando sob a lei de causa e efeito. Ele não deve ser visto como um castigo, mas como uma oportunidade de aprendizado e evolução, onde dificuldades presentes são reflexos de questões inacabadas da alma. Através da regressão e do perdão profundo, é possível transcender a ideia tradicional de carma, interrompendo ciclos repetitivos de sofrimento
Sim, os lugares e objetos podem reter fortes cargas emocionais ou espirituais, especialmente se foram cenários de eventos traumáticos ou significativos. As marcas da nossa individualidade vibram onde vivemos e podem influenciar aqueles que entram em contato com esses espaços. Na perspectiva da Terapia Regressiva, certas "pseudo-obsessões" ou mal-estares súbitos podem ser sintonias com memórias energéticas impregnadas em ambientes
Com toda certeza, pois a Autociência propõe que o ser humano assuma a autoria da própria vida e pare de projetar a culpa em fatores externos. Ao tomar consciência das influências do passado no presente, você promove uma quebra de paradigmas e reavaliação de valores. Entendemos que "caráter + tempo = destino", logo, ao transformar o seu padrão vibratório e integrar a sua "sombra", você altera os resultados da sua vida em todas as áreas
Embora a crença na reencarnação tenha raízes profundas no judaísmo (Gilgul) e no cristianismo primitivo, ela foi declarada heresia por razões políticas nos séculos IV e VI para garantir o controle social através do medo do Juízo Final. Atualmente, algumas denominações ainda resistem à regressão por medo do desconhecido ou por considerarem a técnica pecaminosa. Contudo, a TR se mantém como um conhecimento independente e terapêutico, desvinculado de dogmas institucionais e focada na saúde integral do ser
A Alquimia é vista pela psicologia profunda como uma prática de transformação psíquica, onde o lema "solve et coagula" (dissolver e reconstruir) simboliza a integração dos opostos e a cura da alma. A Cabala, literatura mística judaica, oferece a base espiritual ao ensinar que a alma reencarna inúmeras vezes para reparar danos e atingir a perfeição. Ambas convergem na ideia de que o inconsciente guarda segredos que, quando revelados e trabalhados (como na TR), permitem o casamento alquímico entre o ego e o Self espiritual
É uma técnica de vanguarda que permite a intercomunicação entre inconscientes através das ondas cerebrais, geralmente realizada de forma indireta via um coterapeuta. Ela é fundamental para acessar conteúdos de pessoas impossibilitadas de comunicação direta (como em casos de coma, recém-nascidos ou idosos com Alzheimer) ou quando a terapia convencional encontra bloqueios. Através da permissão do inconsciente do paciente, o terapeuta promove catarses e integrações que resultam em alívio e cura profunda
Diferente de abordagens convencionais, esta técnica baseia-se na translocação de consciência e na intercomunicação entre sistemas psíquicos através das ondas cerebrais. É um campo de estudo que transcende a psicologia clássica, assemelhando-se aos princípios de percepção remota e influência mental explorados em protocolos de inteligência e defesa por potências mundiais (como o FBI e em contextos de tecnologia de vanguarda), onde a mente é tratada como um receptor e transmissor de informações além do espaço-tempo.
A técnica fundamenta-se na ressonância vibracional e no entrelaçamento quântico. Através de um coterapeuta (intermediário), o profissional acessa o arquivo de memória e o inconsciente do paciente, permitindo que informações sejam trocadas e cargas emocionais sejam dissolvidas indiretamente. Essa "ponte psíquica" permite operar em níveis de profundidade que a fala racional não consegue atingir.
Sim. Os princípios de intercomunicação entre inconscientes e captação de imagens mentais à distância são realidades documentadas em pesquisas de espionagem psíquica e parapsicologia aplicada por agências governamentais. No nosso trabalho, utilizamos essa mesma "tecnologia mental" para fins estritamente terapêuticos: acessar o "porão do subconsciente" para desintegrar traumas e bloqueios que impedem a evolução do indivíduo.
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